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Biografia

Atualmente com 28 anos, Sâmia Bomfim foi a mais jovem vereadora eleita na cidade de São Paulo e a primeira vereadora eleita pelo PSOL. Sâmia é filha de Antonia Bomfim e Domingos Bomfim e irmã de Dayane e Diego. Nasceu em Presidente Prudente, interior de São Paulo, em 22 de agosto de 1989. Com 17 anos, mudou-se para São Paulo para cursar Bacharelado em Letras na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. A partir daí, nunca mais se afastou da cidade.

A trajetória de Sâmia sempre foi de engajamento político e de defesa dos direitos sociais. Na universidade, foi membra por mais de uma gestão da diretoria do Centro Acadêmico de Estudos Linguísticos e Literários "Oswald de Andrade" (CAELL) e do Diretório Central dos Estudantes da USP. Mais tarde, tornando-se funcionária pública na mesma instituição, compôs a diretoria de base do Sindicato dos Trabalhadores da USP. Na esfera profissional, trabalhou também como professora, durante quatro anos.

Sua atuação sempre extrapolou os limites da universidade. Jovem e feminista, Sâmia destacou-se como uma “voz das ruas” entre tantas que surgiram a partir das manifestações de junho de 2013, em defesa do passe-livre, dos direitos sociais e contra a corrupção. Desde então, engajou-se em diversas manifestações, tendo especial importância aquelas ligadas aos direitos das mulheres. Líder feminista e fundadora do coletivo Juntas!, ela esteve nas marchas que levaram à cassação e posterior prisão de Eduardo Cunha, então presidente da Câmara de Deputados, entre outros eventos que contestavam o assédio, a violência e exigiam mais direitos às mulheres.

A eleição de Sâmia representou o triunfo de um contraponto à “velha política”. Com origem nos movimentos sociais, Sâmia, agora no parlamento, busca repercutir as vozes dos trabalhadores e trabalhadoras, das minorias oprimidas e da periferia. Seu mandato cumpre papel central na resistência contra o conservadorismo e contra as medidas privatistas e elitistas da gestão João Doria, além de se engajar nas lutas nacionais contra o governo Temer e suas reformas.

Em menos de um ano de mandato, Sâmia já encampa mais de quarenta projetos dentro da Câmara de Vereadores, como autora ou coautora, relativos a temas como educação, saúde, cultura, direitos humanos, defesa do funcionalismo público, direito à cidade, direitos das mulheres, direitos LGBS, direitos de negros e negras e direitos da juventude. É membra titular da Comissão de Saúde, Trabalho, Promoção Social e Mulher, e da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Relações Internacionais. Entre suas proposituras, destacam-se o Projeto de Lei "Escola Sem Censura" (PL 207/17) e a CPI da Condição de Vulnerabilidade da Mulher, instalada em abril de 2017 na Câmara Municipal, de que Sâmia foi idealizadora e assumiu a função de sub-relatora para o tema da violência contra a mulher.

Sua primeira lei foi sancionada em 10 de julho de 2017 (Lei 16.684) e obriga estabelecimentos públicos e privados do município de São Paulo a afixarem, em suas dependências, placas de aviso com o número do Disque Denúncia da Violência Contra a Mulher — o Disque 180.

O mandato da Vereadora Sâmia Bomfim é construído de forma plural e coletiva, aberto à contribuição de todos os paulistanos e paulistanas.