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Biografia

Antes de ser vereador, Adilson Amadeu é despachante e empresário. Adepto do esporte se dedicou à natação durante a juventude, competindo em vários torneios. Chegou a representar o Brasil na categoria master em campeonatos europeus. Através de sua empresa, a SODESP, já foram intermediados mais de 1 milhão de documentos.

É um dos líderes do setor e isso o levou à presidência do sindicato dos despachantes (1994-98) e do Conselho Federal dos Despachantes Documentalistas, em 2002. Esses foram seus primeiros passos na política. Na primeira eleição disputou uma vaga na Assembleia legislativa e ficou com a segunda suplência. Em 2004, Adilson Amadeu foi eleito vereador, pelo PTB com 28.354 votos. Em 2008, foi reeleito com 41.686.

Na Câmara Municipal de São Paulo tem se destacado não apenas como um legislador, mas como um fiscalizador dos atos do executivo e, como tal, é um ativo integrante das comissões parlamentares de inquérito. Integrou as Comissões que investigaram os Centros Desportivos, os órgãos de fiscalização de locais de grandes eventos e reunião de pessoas, Enchentes, além de comissões de estudo sobre a feira da madrugada e polos geradores de tráfego, entre outras.

O vereador é um crítico ferrenho da chamada “indústria de multas de trânsito”. Para ele, não há sentido em multar sem educar ou criar uma rede eficiente de fiscalização que impeça os infratores de continuarem rodando irregularmente pela cidade. O vereador propôs o parcelamento administrativo das multas para que o município possa dar uma oportunidade aos inadimplentes de regularizassem a situação de seus veículos e o município tenha mais recursos para aplicar na melhoria do próprio trânsito.

Em 2011, o vereador assumiu a liderança do PTB, integra a Comissão de Constituição e Justiça, preside a Comissão de Estudos sobre a Feira da Madrugada, no Brás, e representa a Câmara no Conpresp – o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo.

Em 2012, foi eleito para seu 3º mandato com 40.100 votos. Nessa legislatura viu seu projeto de atendimento multidisciplinar virar lei e foi o autor do projeto que proibiu o transporte individual privado por aplicativos. O projeto virou lei, mas acabou sendo considerado inconstitucional pela Justiça.

Em 2016 foi reeleito com 67.071 votos e apoio maciço dos taxistas. Membro do PTB. O vereador integra a base aliada do prefeito João Dória e logo no início do novo mandato, alinhado com a nova gestão, teve apoio para tocar adiante um projeto de 2005 que previs a criação de um Disque-Denúncia contra Pichação. Foi o primeiro projeto aprovado pela Câmara na nova legislatura, primeira vitória da base aliada de João Dória. Nesse ano de 2017 o vereador Adilson continua a integrar a Comissão de Trânsito e Transporte e participa também da CPI da Dívida Ativa que investiga os processos de cobrança dos maiores devedores de ISS e outros impostos do município.