Cinco Comissões da Câmara Municipal de São Paulo se reuniram em audiência pública nesta quinta-feira para discutir a decisão da Prefeitura de fechar 15 Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas).
Representantes de entidades não governamentais também participaram da sessão e criticaram a iniciativa. Segundo eles, crianças já dependentes de drogas estão sendo levadas para abrigos onde ficam as abandonadas e vítimas de violência.
O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude, vereador Alfredinho (PT), cobrou alternativas diante da desativação dos Crecas:
Também participaram dos debates representantes das Comissões de Educação e dos Direitos Humanos. Entre os presentes estavam os vereadores Jamil Murad (PC do B), Sandra Tadeu (DEM) e Milton Ferreira (PPS). A promotora Luciana Bérgamo Tchorbadjian esclareceu que o Ministério Público não pediu à Justiça o fechamento dos Crecas, mas a readequação do serviço diante de denúncias graves que foram recebidas:
A coordenadora de Proteção Especial da Secretaria Municipal de Assistência Social, Zilah Daijó, rebateu as críticas e afirmou que é preciso pensar em políticas para a criança e o adolescente como um todo: